De 1940 aos nossos dias

Desde os primórdios até meados do séc. XX os salesianos de Portugal canalizaram quase todas as suas energias para as escolas de artes e ofícios, além da atenção dada aos centros juvenis. Tiveram sempre a preocupação de que o ensino teórico das artes e ofícios fosse acompanhado de forma equilibrada com a correspondente prática oficinal.

A partir da década de 1960 o ensino técnico tradicional começa a sentir uma acentuada queda nos países mais industrializados. Daí até ao seu desaparecimento não passaram muitos anos. Algumas escolas salesianas sofreram então uma mudança profunda: os espaços das antigas oficinas e internatos foram transformados em salas de aula, aumentou significativamente o número de alunos, verificou-se a participação de grande número de leigos na ação educativa.

A vertente profissionalizante continuou, apesar de tudo, no centro educativo de Vila do Conde (de onde os salesianos saíram em 2005), no Colégio dos Órfãos do Porto, em S. Vicente (Cabo Verde), em Moçambique (dependente da Província Portuguesa até 2006, hoje Visitadoria de Maria Auxiliadora de Moçambique), e desde há nove anos (2004), no Colégio Salesiano de Poiares da Régua.
Hoje os salesianos em Portugal repartem a sua atividade por escolas, paróquias, centros juvenis, Comunicação Social e Missões.